Perguntas & Respostas com base na obra de Kardec.

Fonte: Estudando as obras de Kardec – Astolfo Olegário de Oliveira Filho – aoofilho@oconsolador.com.br – Londrina, Paraná (Brasil) – e coletânea de perguntas elaboradas pelo Grupo Espírita Allan Kardec.

P&R: Como Kardec é o autor do Livro dos Espíritos, pode-se considera-lo como o criador do Espiritismo?

P&R: Como Kardec é o autor do Livro dos Espíritos, pode-se considera-lo como o criador do Espiritismo?

Como Kardec é o autor do Livro dos Espíritos, pode-se considera-lo como o criador do Espiritismo?

“O Livro dos Espíritos teve como resultado demonstrar o seu alcance filosófico. Se esse livro tem qualquer mérito, seria presunção minha orgulhar-me disso, porque a doutrina que ele encerra não é criação minha. Toda honra pelo bem que ele fez cabe aos sábios Espíritos que o ditaram e que quiseram servir-se de mim”.

Allan Kardec. Revista Espírita, outubro de 1860.

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P&R: Qual a consequência de se ter um médium não moralizado em um grupo espírita?

P&R: Além de simbolizar a esterilidade contido nas palavras de Jesus em relação à figueira que secou, que mais o Mestre quis nos falar?

P&R: Além de simbolizar a esterilidade contido nas palavras de Jesus em relação à figueira que secou, que mais o Mestre quis nos falar?

Além de simbolizar a esterilidade contido nas palavras de Jesus em relação à figueira que secou, que mais o Mestre quis nos falar?

Simboliza também todos aqueles que, tendo meios de ser úteis, não o são; todas as utopias, todos os sistemas ocos, todas as doutrinas carentes de base sólida. O que as mais das vezes falta é a verdadeira fé, a fé produtiva, a fé que abala as fibras do coração, a fé, numa palavra, que transporta montanhas. São árvores cobertas de folhas porém, baldas de frutos. Por isso é que Jesus as condena à esterilidade, porquanto dia virá em que se acharão secas até à raiz. Quer dizer que todos os sistemas, todas as doutrinas que nenhum bem para a Humanidade houverem produzido, cairão reduzidas a nada; que todos os homens deliberadamente inúteis, por não terem posto em ação os recursos que traziam consigo, serão tratados como a figueira que secou.

Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIX , item 9.

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P&R: Que orientação Kardec fornece em relação ao tratamento dos obsidiados?

P&R: Que orientação Kardec fornece em relação ao tratamento dos obsidiados?

Que orientação Kardec fornece em relação ao tratamento dos obsidiados?

Lembrando que nos casos de obsessão grave o obsidiado se acha como que envolvido e impregnado de um fluido pernicioso, que neutraliza a ação dos fluidos salutares e os repele, Kardec diz que é essencial inicialmente desembaraçá-lo desse fluido, por meio de uma ação idêntica à do médium curador nos casos de enfermidade, eliminando o fluido mau com o auxílio de um fluido melhor, que produz, de certo modo, o efeito de um reativo. Como essa ação mecânica não basta, é necessário atuar também sobre o ser inteligente que produz a obsessão, ao qual importa se possa falar com autoridade, tendo sempre em conta que, para se garantir a libertação, é preciso induzir o Espírito perverso a renunciar aos seus maus desígnios e fazer com que nele despontem o arrependimento e o desejo do bem, por meio de instruções habilmente ministradas, objetivando sua educação moral. A tarefa em tais casos se torna mais fácil quando o obsidiado, compreendendo sua situação, presta o concurso da sua vontade e da sua prece. Esta é, segundo o Codificador, o mais poderoso auxiliar de quem haja de atuar sobre o Espírito obsessor.

Segundo Kardec, a cura das obsessões graves requer muita paciência, perseverança e devotamento, e exige também tato e habilidade, a fim de encaminhar para o bem Espíritos muitas vezes perversos, endurecidos e astuciosos, porquanto os há rebeldes ao extremo. Qualquer que seja, porém, o caráter do Espírito, nada se obtém pelo constrangimento ou pela ameaça. Toda influência reside no ascendente moral. Outra verdade igualmente comprovada pela experiência tanto quanto pela lógica é a completa ineficácia dos exorcismos, fórmulas, palavras sacramentais, amuletos, talismãs, práticas exteriores, ou quaisquer sinais materiais.

Finalizando, ensina Kardec que a obsessão muito prolongada pode ocasionar desordens patológicas e reclama, por vezes, tratamento simultâneo ou consecutivo, quer magnético, quer médico, para restabelecer a saúde do organismo. E, ainda que esteja destruída a causa, resta combater os efeitos.

Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII, itens 81 a 84.

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P&R: O Espírito pode escolher o corpo em que deve encarnar ou somente o gênero de vida que lhe servirá de prova?

P&R: O Espírito pode escolher o corpo em que deve encarnar ou somente o gênero de vida que lhe servirá de prova?

335. O Espírito pode escolher o corpo em que deve encarnar ou somente o gênero de vida que lhe servirá de prova?

“Pode também escolher o corpo, pois as imperfeições que este apresente representam provas que o auxiliarão a progredir, se vencer os obstáculos que delas lhe advenham. O Espírito pode pedir, mas a escolha nem sempre depende dele.”

Allan Kardec. O Livro dos Espíritos, questão 335.

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