Perguntas & Respostas com base na obra de Kardec.

Fonte: Estudando as obras de Kardec – Astolfo Olegário de Oliveira Filho – aoofilho@oconsolador.com.br – Londrina, Paraná (Brasil) – e coletânea de perguntas elaboradas pelo Grupo Espírita Allan Kardec.

P&R: Como se opera o progresso da humanidade?

P&R: Como se opera o progresso da humanidade?

P&R: Como se opera o progresso da humanidade?

De duas maneiras se opera, como já o dissemos, a marcha progressiva da Humanidade: uma, gradual, lenta, imperceptível, se se considerarem as épocas consecutivas, a traduzir-se por sucessivas melhoras nos costumes, nas leis, nos usos, melhoras que só com a continuação se podem perceber, como as mudanças que as correntes d’água ocasionam na superfície do globo; a outra, por movimentos relativamente bruscos, semelhantes aos de uma torrente que, rompendo os diques que a continham, transpõe nalguns anos o espaço que levaria séculos a percorrer.

Allan Kardec. A Gênese, cap. XVIII, item 13.

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P&R: Pode-se tomar como orientação os ensinamentos morais de Jesus mesmo eles tendo sido revelados a mais de 2000 anos atrás?

P&R: Pode-se tomar como orientação os ensinamentos morais de Jesus mesmo eles tendo sido revelados a mais de 2000 anos atrás?

Pode-se tomar como orientação os ensinamentos morais de Jesus mesmo eles tendo sido revelados a mais de 2000 anos atrás?

“São eternas as palavras de Jesus, porque são a verdade. Constituem não só a salvaguarda da vida celeste, mas também o penhor da paz, da tranquilidade e da estabilidade nas coisas da vida terrestre. Eis por que todas as instituições humanas, políticas, sociais e religiosas, que se apoiarem nessas palavras, serão estáveis como a casa construída sobre a rocha.”

Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVIII, item 9.

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P&R: Qual a origem das paixões?

P&R: Qual a origem das paixões?

Qual a origem das paixões?

As raízes de todas as paixões e de todos os vícios acham-se no instinto de conservação, instinto que se encontra em toda a pujança nos animais e nos seres primitivos mais próximos da animalidade, nos quais ele exclusivamente domina, sem o contrapeso do senso moral, por não ter ainda o ser nascido para a vida intelectual. Todas as paixões têm uma utilidade providencial, visto que, a não ser assim, Deus teria feito coisas inúteis e até nocivas. No abuso é que reside o mal e o homem abusa em virtude do seu livre-arbítrio. Mais tarde, esclarecido pelo seu próprio interesse, livremente escolherá entre o bem e o mal.

(Allan Kardec – A Gênese, cap. III, itens 10, 18 e 19.)

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P&R: Tudo que os espíritos falam são verdades?

P&R: Tudo que os espíritos falam são verdades?

Tudo que os espíritos falam são verdades?

“Sabe-se que os Espíritos, em virtude da diferença entre as suas capacidades, longe se acham de estar, individualmente considerados, na posse de toda a verdade; que nem a todos é dado penetrar certos mistérios; que o saber de cada um deles é proporcional à sua depuração; que os Espíritos vulgares mais não sabem do que muitos homens; que entre eles, como entre estes, há os presunçosos e os pseudossábios, que julgam saber o que não sabem; sistemáticos, que tomam por verdades as suas ideias; enfim, que só os Espíritos da categoria mais elevada, os que já estão completamente desmaterializados, se encontram despidos das ideias e preconceitos terrenos; mas, também é sabido que os Espíritos enganadores não escrupulizam em tomar nomes que lhes não pertencem, para fazer aceitar suas utopias. Daí resulta que, com relação a tudo o que seja fora do âmbito do ensino exclusivamente moral, as revelações que cada um possa receber terão caráter individual, sem cunho de autenticidade; que devem ser consideradas opiniões pessoais de tal ou qual Espírito e que imprudente fora aceitá-las e propagá-las levianamente como verdades absolutas.”

Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, introdução II.

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P&R: Como ocorreu a revelação dos ensinos dos Espíritos?

P&R: Como ocorreu a revelação dos ensinos dos Espíritos?

Como ocorreu a revelação dos ensinos dos Espíritos?

Quis Deus que a nova revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntico. Incumbiu, pois, os Espíritos de levá-la de um pólo a outro, manifestando-se por toda a parte, sem conferir a ninguém o privilégio de lhes ouvir a palavra. Um homem pode ser ludibriado, pode enganar-se a si mesmo; já não será assim, quando milhões de criaturas vêem e ouvem a mesma coisa. Constitui isso uma garantia para cada um e para todos. Ao demais, pode fazer-se que desapareça um homem; mas não se pode fazer que desapareçam as coletividades; podem queimar-se os livros, mas não se podem queimar os Espíritos. Ora, queimassem-se todos os livros e a fonte da doutrina não deixaria de conservar-se inexaurível, pela razão mesma de não estar na Terra, de surgir em todos os lugares e de poderem todos dessedentar-se nela. Faltem os homens para difundi-la: haverá sempre os Espíritos, cuja atuação a todos atinge e aos quais ninguém pode atingir.

Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, introdução II.

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