Perguntas & Respostas com base na obra de Kardec.

Fonte: Estudando as obras de Kardec – Astolfo Olegário de Oliveira Filho – aoofilho@oconsolador.com.br – Londrina, Paraná (Brasil) – e coletânea de perguntas elaboradas pelo Grupo Espírita Allan Kardec.

P&R: Por que, muitas vezes, os nossos pedidos a Deus não são concedidos?

P&R: Seria distinta a reparação de um homem que comete um ato maléfico contra uma pessoa de um praticado contra uma coletividade?

P&R: Seria distinta a reparação de um homem que comete um ato maléfico contra uma pessoa de um praticado contra uma coletividade?

Seria distinta a reparação de um homem que comete um ato maléfico contra uma pessoa de um praticado contra uma coletividade?

“Se o efeito da injustiça ou do mal que um homem comete em relação a um outro homem detém-se no indivíduo, a necessidade da reparação será individual; mas se, em consequência, esse mal prejudica pouco a pouco a centenas de indivíduos, sua dívida será centuplicada, porque serão centenas de reparações a realizar. Quanto mais vítimas tiver feito, direta ou indiretamente, maior o número dos que lhe pedirão contas de sua conduta. Como a responsabilidade e o número de reparações aumentam com a extensão da autoridade de que se é investido, somos responsáveis por indivíduos que jamais conhecemos, mas que, nem por isso, sofreram menos as consequências dos nossos atos”.

Allan Kardec. Revista Espírita, setembro de 1868.

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P&R: Por que se fala que a fascinação é mais grave que a obsessão simples?

P&R: Por que se fala que a fascinação é mais grave que a obsessão simples?

Por que se fala que a fascinação é mais grave que a obsessão simples?

A fascinação tem consequências muito mais graves. E uma ilusão produzida pela ação direta do Espírito sobre o pensamento do médium e que, de certa maneira, lhe paralisa o raciocínio, relativamente às comunicações.

Allan Kardec. O Livro dos Médiuns, cap. XXIII, item 239.

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P&R: O que Kardec pensava sobre a questão de forçar qualquer convicção religiosa sobre outra pessoa?

P&R: O que Kardec pensava sobre a questão de forçar qualquer convicção religiosa sobre outra pessoa?

O que Kardec pensava sobre a questão de forçar qualquer convicção religiosa sobre outra pessoa?

“Não pretendo forçar convicção alguma. Quando encontro pessoas que sinceramente desejam instruir-se e dão-me a honra de pedir-me esclarecimentos, folgo e cumpro um dever respondendo-lhes nos limites dos meus conhecimentos; quanto aos antagonistas, porém, que, como vós, têm convicções arraigadas, não tento um passo para delas arredá-los, atento a que é grande o número dos que se mostram bem-dispostos, para que possamos perder o nosso tempo com aqueles que o não estão.” – Kardec

Allan Kardec. O que é o espiritismo, capítulo I, Primeiro Diálogo.

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P&R: Diante de tantos contraditores, o Espiritismo triunfará, mesmo ele provendo ideias renovadas e tornando o homem mais feliz?

P&R: Diante de tantos contraditores, o Espiritismo triunfará, mesmo ele provendo ideias renovadas e tornando o homem mais feliz?

Diante de tantos contraditores, o Espiritismo triunfará, mesmo ele provendo ideias renovadas e tornando o homem mais feliz?

[…] “o Espiritismo torna feliz e é isto que lhe dá um poder irresistível e assegura o seu triunfo futuro. Os homens querem a felicidade; como o Espiritismo a oferece, eles se lançarão em seus braços.”

Allan Kardec. Revista Espírita, outubro de 1860.

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