Não devemos nos entregar ao desânimo

Se não nos é concedido o que pedimos, não devemos por isso entregar-nos ao desânimo; devemos pensar, ao contrário, que a privação do que desejamos nos é imposta como prova, ou como expiação, e que a nossa recompensa será proporcionada à resignação com que a houvermos suportado.

Allan Kardec – O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XXVIII, item 26.

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