Cartas de uma morta

Cartas de uma morta

As páginas que vão ler são de autoria daquela que foi, na Terra, a minha mãe muito querida. Minha progenitora chamava-se Maria João de Deus e desencarnou nesta cidade em 29 de Setembro de 1915. Quando o seu bondoso espírito se comunicou por meu intermédio, pela primeira vez, eu lhe pedi que me contasse as impressões iniciais da sua vida no outro mundo, recebendo a promessa de que havia de fazer oportunamente.

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