A felicidade dos Espíritos bem-aventurados

A felicidade dos Espíritos bem-aventurados não consiste na ociosidade contemplativa, que seria uma eterna e fastidiosa inutilidade. A vida espiritual em todos os seus graus é, ao contrário, uma constante atividade, atividade essa que é isenta de fadigas.

(Allan Kardec – O Céu e o Inferno – Primeira Parte, cap. III, item 12.)

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