J. Herculano Pires: morto o cão não está morta a raiva

Como ensinou Kardec: “O provérbio popular segundo o qual morto o cão está morta a raiva não se adapta aos homens”. As vítimas de violências e assassinatos não morrem; pois sobrevivem à destruição do corpo carnal e guardam geralmente os seus ressentimentos, procurando vingar-se logo que possível.

J. Herculano Pires. Vampirismo.

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